AS DOENÇAS INFECTOCONTAGIOSAS E A POPULAÇÃO BRASILEIRA PRIVADA DE LIBERDADE
DOI:
https://doi.org/10.54620/cadesp.v16i2.624Palavras-chave:
Doenças transmissíveis, Prisioneiros, CoinfecçãoResumo
Descrever, através de uma revisão integrativa de literatura, o fenômeno das doenças infectocontagiosas entre indivíduos privados de liberdade no sistema prisional brasileiro. Trata-se de uma revisão integrativa de literatura, observando as preocupações da área pesquisada, adicionando as práticas de enfermagem, na qual consultou-se as bases de dados BVS (Biblioteca Virtual de Saúde), LILACS, MEDLINE, SciELO e BDENF. Foram selecionadas 14 publicações que deram origem a três categorias: Principais doenças infectocontagiosas acometidas na População Privada de Liberdade, Relação do ambiente com as coinfecções e O papel da enfermagem frente à realidade do cárcere. Rntende-se que a produção científica sinaliza um sistema prisional brasileiro precário, que acaba facilitando a transmissão de doenças infectocontagiosas entre as PPL. Para que essa realidade possa ser mudada, urge a execução de ações frente ao controle dessas doenças, embasando-se nas políticas públicas vigentes, para que haja um resultado positivo.
Downloads
Referências
Downloads
Publicado
Edição
Seção
Licença
Direitos autorais (c) 2022 Cadernos ESP

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.




















